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Como funciona a cirurgia de retirada de pedra dos rins

A cirurgia para a retirada de pedra do rim é feita quando o cálculo renal atinge um tamanho que impossibilita sua eliminação espontânea através da urina. Geralmente a internação para esse tipo de cirurgia é de um dia e a recuperação é rápida. Caso as pedras sejam muito grandes, a internação e a recuperação são mais demoradas. Isso acontece porque é preciso fazer um pequeno corte para chegar ao rim, o que faz o paciente ficar em repouso até uma semana, antes de voltar à rotina.

Tipos de cirurgia

Há algumas modalidades de cirurgia para retirada de pedra nos rins. O procedimento a ser utilizado depende do número, dimensão e localização do cálculo no interior do rim. As cirurgias mais adotadas são as seguintes:

Cirurgia endoscópica à laser

A ureterorrenolitotripsia consiste na cirurgia endoscópica para eliminar a pedra nos rins. Ela é feita para retirar pedras menores por meio da introdução de um pequeno tubo que passa pela uretra e vai até o rim do paciente. Ao localizar a pedra através de uma microcâmera, um laser é empregado para despedaçar o cálculo renal em pequenas partes que podem ser removidas ou eliminadas na urina. Na operação, é aplicada uma anestesia geral ou raqui, o que faz o paciente ficar internado durante um dia. Por ser um procedimento menos invasivo, é possível retornar às atividades habituais em menos de uma semana após a cirurgia.

Cirurgia percutânea à laser

A nefrolitotripsia percutânea é a cirurgia ideal para cálculos renais maiores, geralmente acima de 20mm. Na operação, é feito um pequeno corte na região lombar para inserir um aparelho chamado nefroscópio até o interior do rim. Esse aparelho possui uma microcâmera que permite ao médico encontrar as pedras e fragmentá-las com a utilização de laser. Esses pequenos pedaços são removidos com pinças especiais. A cirurgia é realizada com anestesia geral. Devido ao pequeno corte e o uso de sondas, o paciente retorna para casa dois ou três dias após o procedimento. Em casa, o repouso deve durar uma semana aproximadamente, sem nenhum tipo de esforço físico (corrida, levantamento de objetos pesados, entre outras).

Cirurgia aberta

Cada vez menos utilizada hoje em dia, a cirurgia convencional ou aberta consiste na abertura do rim para remoção dos cálculos. É a mais invasiva e pode trazer sequelas, sendo reservada para os casos mais graves, em que os outros procedimentos não podem ser aplicados.

Cirurgia laparoscópica

A cirurgia laparoscópica é realizada através de pequenos orifícios no abdome e pode ser empregada em casos específicos com sucesso – para cálculos localizados em uma região chamada pelve renal. Feita com anestesia geral e internação de aproximadamente 3 dias.

Litotripsia extracorpórea por ondas de choque

Não é uma cirurgia propriamente dita. A litotripsia extracorpórea por ondas de choque (LEOC) é o nome dado para o procedimento de fragmentação de pedras nos rins por um aparelho que emite ondas de choque. Esse procedimento é feito para cálculos renais únicos, com dimensão próxima de 10mm. No procedimento, o cálculo é localizado por raios X e um aparelho produz ondas de choque que são direcionadas sobre a pedra. A intenção é quebrá-la em pequenas partes que posteriormente serão eliminadas na urina. Geralmente são necessárias mais de uma sessão e podemos não obter sucesso, principalmente se os cálculos não puderem ser localizados adequadamente ou se forem muito duros. Esse procedimento pode ser realizado sem anestesia ou com uma sedação leve, permitindo que o paciente retorne para sua casa logo depois.

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Valores

Missão

“Oferecer serviços na área de urologia com excelência e manter um atendimento humanizado”.

Histórico

Em meados de 1980, a totalidade de médicos urologistas na Capital Federal mal ultrapassava a casa dos trinta profissionais, cujas atividades se desenvolviam predominantemente no serviço público. O Hospital de Base do Distrito Federal era a unidade hospitalar onde se concentrava a maior parte destes e que tinha por escopo prestar assistência médica urológica a população de Brasília e entorno e de fomentar a formação de novos profissionais.

A prestação de serviços no setor complementar privado, em sua maior parte, era fragmentada ou mesmo praticada de forma individualista e quase sempre orbitando em torno da força do setor público.

Testemunhando o crescimento e desenvolvimento de Brasília, em 1986, quatro profissionais oriundos do Hospital de Base juntaram esforços com o núcleo do Hospital Santa Luzia, constituindo o UROCENTRO – Centro Urológico de Brasília, com sede no Hospital Santa Luzia.

O grupo inspirou-se na missão de oferecer serviços médicos na especialidade de urologia à uma clientela que, por razões diversas, demandava atendimento no setor privado, talvez por ser mais ágil e eclético.

A equipe então nascente, tinha por valores: qualidade dos serviços prestados, responsabilidade, inovação, observância dos preceitos éticos da medicina, humanização dos serviços oferecidos, atualização contínua do conhecimento da especialidade, disponibilização de novos instrumentais e tecnologias à comunidade assistida e interação com especialidades correlatas.

Em 1989, com pequenas alterações no grupo original, o UROCENTRO mesclou-se com o núcleo do Hospital Santa Lúcia e se consolidou como o primeiro grupo de especialistas em urologia de Brasília. Essa fusão levou o UROCENTRO a fortalecer suas propostas originais e a servir de modelo para a formação de outros grupos, fortalecendo o desenvolvimento da nossa especialidade em todo o DF.

Em 1992, o UROCENTRO adquiria a sua sede própria no Centro Clínico Sul, expondo-se à maior visibilidade junto ao seu público alvo e expandindo suas atividades.

No início da década de 2010, agregaram-se dois novos profissionais ao seu quadro médico, por um lado dando mais dinamismo às suas atividades e por outro promovendo a renovação dos seus quadros.

Em maio de 2011, visando dar novo fôlego a clínica e fomentar a renovação de seu quadro funcional, o grupo promoveu o desligamento de alguns profissionais, incorporou novos jovens profissionais e também estendeu um braço de atendimento no Hospital Santa Lúcia. Atualmente a clínica conta com dez urologistas.

No bojo dessas transformações, sempre visando o avanço do UROCENTRO, transferimos a sede da clínica para um novo e amplo espaço, com arquitetura contemporânea, localizada no Edifício Advance, Quadra 915 Sul e mantivemos o braço funcional no Hospital Santa Lúcia.