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O câncer de próstata é o segundo tipo de câncer que mais leva os homens ao óbito no país. O Instituto Nacional do Câncer - INCA, estimou que em 2016, dos 214.350 casos de câncer no ano em homens, 61.200 seriam de câncer de próstata.  Apesar das campanhas de conscientização, há ainda um grande número de homens que não buscam fazer o exame de prevenção, o exame de próstata.

Os cuidados com a próstata devem começar entre os 40 ou 50 anos. O principal primordial é ter em mente que optar pela prevenção é a melhor alternativa. Embora o exame de toque retal seja o meio de detecção fundamental porque avalia o tamanho e consistência da próstata, existem outros exames imprescindíveis, que ajudam a formar um diagnóstico correto. Veja a seguir quais são os exames necessários para a avaliação adequada da glândula:

Apesar dos avanços tecnológicos e de comportamento humano que temos vivenciando nos últimos anos, ainda há uma forte resistência por parte dos homens em fazer o exame de próstata. Apesar de já haver uma maior conscientização, ainda existe um preconceito arraigado, que impede muitas pessoas de buscar esse tipo de cuidado com a saúde. Por isso é de extrema necessidade que se alcance uma maior conscientização, por meio de campanhas, como o Novembro Azul, de que a prevenção é o caminho a se seguir. O câncer de próstata é o segundo câncer que mais causa mortes masculinas no Brasil.

Motivo de apreensão entre os homens e deixado de lado por uma boa parte deste público, o exame de toque retal é fundamental para descobrir doenças na próstata, mais precisamente o câncer. O fato de ser ignorado é uma questão sociocultural que, felizmente, está sendo revista pelos homens. Boa parte dos representantes do sexo masculino sabe que esse preconceito pode custar a vida.

A cirurgia de bexiga é realizada em inúmeras ocasiões e é considerada um tratamento eficaz para o câncer. O câncer de bexiga afeta homens e mulheres das mais diversas idades, contudo a incidência maior ocorre em pessoas do sexo masculino de idade avançada. Além deste fator de risco, os fumantes, pessoas que tenham padecido de outras tipos de câncer e caucasianos são sérios candidatos a sofrer com esta doença. Dependendo do estágio do câncer de bexiga, a cirurgia de bexiga é considerada uma alternativa viável e extremamente importante para a extirpação do problema.

Antes de falar sobre as doenças da próstata, é preciso entender o que é a próstata. Trata-se de uma glândula, parte do aparelho reprodutor masculino. Ela produz o fluído que ajuda os espermatozoides serem carregados durante a ejaculação. Tem como um de seus problemas mais comuns o seu crescimento, que pode, com o tempo, comprimir a uretra e trazer dificuldades no momento de urinar.

Se você não sofreu com nenhum episódio de infecção urinária, provavelmente conhece alguém que tenha padecido dessa afecção. Este tipo de infecção é ocasionada pela grande quantidade de bactérias no trato urinário. Como principais sintomas, podem ser citados ardência, dor para urinar e aumento do número de idas ao banheiro. Mesmo esta doença não sendo exclusiva do público feminino, é certo que ela afeta mais às mulheres do que os homens. O motivo? As mulheres possuem uma uretra mais curta do que os homens e isso favorece a ascensão das bactérias até alcançarem a bexiga.

Como é realizada a cirurgia de bexiga?

A cirurgia de bexiga é realizada em inúmeras ocasiões, no entanto, ela é considerada um tratamento fundamental para o câncer. O câncer de bexiga afeta homens e mulheres das mais diversas idades, contudo a incidência maior ocorre em pessoas do sexo masculino de idade avançada. Além deste fator de risco, os fumantes, pessoas que tenham padecido de outras tipos de câncer e caucasianos são sérios candidatos a sofrer com esta doença. Independente do estágio do câncer de bexiga, a cirurgia é considerada uma alternativa viável e de extrema importância.

A estenose uretral consiste num estreitamento de uma parte da uretra, que pode provocar a redução ou até a interrupção total do fluxo urinário. Qualquer área da uretra pode ser afetada. O estreitamento pode variar em alguns milímetros ou abrangê-la em toda a sua extensão. Os exames mais utilizados para detectar a estenose uretral são estes: urofluxometria (avalia a força do jato urinário, que é afetado pela estenose); uretrocistografia (verifica o local e a extensão do estreitamento); cistoscopia (examina o local da estenose por meio de um endoscópio especial).

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Valores

Missão

“Oferecer serviços na área de urologia com excelência e manter um atendimento humanizado”.

Histórico

Em meados de 1980, a totalidade de médicos urologistas na Capital Federal mal ultrapassava a casa dos trinta profissionais, cujas atividades se desenvolviam predominantemente no serviço público. O Hospital de Base do Distrito Federal era a unidade hospitalar onde se concentrava a maior parte destes e que tinha por escopo prestar assistência médica urológica a população de Brasília e entorno e de fomentar a formação de novos profissionais.

A prestação de serviços no setor complementar privado, em sua maior parte, era fragmentada ou mesmo praticada de forma individualista e quase sempre orbitando em torno da força do setor público.

Testemunhando o crescimento e desenvolvimento de Brasília, em 1986, quatro profissionais oriundos do Hospital de Base juntaram esforços com o núcleo do Hospital Santa Luzia, constituindo o UROCENTRO – Centro Urológico de Brasília, com sede no Hospital Santa Luzia.

O grupo inspirou-se na missão de oferecer serviços médicos na especialidade de urologia à uma clientela que, por razões diversas, demandava atendimento no setor privado, talvez por ser mais ágil e eclético.

A equipe então nascente, tinha por valores: qualidade dos serviços prestados, responsabilidade, inovação, observância dos preceitos éticos da medicina, humanização dos serviços oferecidos, atualização contínua do conhecimento da especialidade, disponibilização de novos instrumentais e tecnologias à comunidade assistida e interação com especialidades correlatas.

Em 1989, com pequenas alterações no grupo original, o UROCENTRO mesclou-se com o núcleo do Hospital Santa Lúcia e se consolidou como o primeiro grupo de especialistas em urologia de Brasília. Essa fusão levou o UROCENTRO a fortalecer suas propostas originais e a servir de modelo para a formação de outros grupos, fortalecendo o desenvolvimento da nossa especialidade em todo o DF.

Em 1992, o UROCENTRO adquiria a sua sede própria no Centro Clínico Sul, expondo-se à maior visibilidade junto ao seu público alvo e expandindo suas atividades.

No início da década de 2010, agregaram-se dois novos profissionais ao seu quadro médico, por um lado dando mais dinamismo às suas atividades e por outro promovendo a renovação dos seus quadros.

Em maio de 2011, visando dar novo fôlego a clínica e fomentar a renovação de seu quadro funcional, o grupo promoveu o desligamento de alguns profissionais, incorporou novos jovens profissionais e também estendeu um braço de atendimento no Hospital Santa Lúcia. Atualmente a clínica conta com dez urologistas.

No bojo dessas transformações, sempre visando o avanço do UROCENTRO, transferimos a sede da clínica para um novo e amplo espaço, com arquitetura contemporânea, localizada no Edifício Advance, Quadra 915 Sul e mantivemos o braço funcional no Hospital Santa Lúcia.