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Atualmente, apesar do fácil acesso a informação, os índices de DST’s entre jovens vem aumentando significativamente. A vida sexual se inicial cada vez mais cedo e muitos preferem não ter um parceiro fixo e além disso não usam preservativos, disseminando Doenças Sexualmente Transmissíveis entre jovens e adultos. Esse fato está ligado a grande quantidade de parceiros sexuais em pouco espaço de tempo e, claro, a falta do uso de preservativos, que é o principal protetor da saúde sexual, mas nem sempre é levado em consideração. O tratamento de um DST não é tão simples quanto parece, e dependendo de sua gravidade, como é o caso da Aids, seu tratamento pode durar o resto da vida. As mulheres devem procurar um Ginecologista para exames preventivos e no caso do homem, o médico indicado é o Urologista.

Em novembro, a companha Novembro Azul, que fala sobre a conscientização entre os homens sobre o câncer de próstata, foi muito divulgada. Mais precisamente no dia 17 de novembro, o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, a área da saúde chamou a atenção de homens com mais de 45 anos para a prevenção e o diagnóstico precoce desta tão temida doença. Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer) o câncer de próstata é o mais comum entre os homens e o segundo tipo de câncer que acomete mais homens (o primeiro é o câncer de pulmão). O câncer de próstata tem sido discutido cada vez mais nas mídias, por causa de alguns motivos como o preconceito, a falta de informação, as ideias equivocadas e por ser um tabu para muitos homens.

A fimose é comum em meninos recém nascidos, que consiste em um estreitamento do prepúcio e na dificuldade em expor a glande, ou seja, quando não é possível visualizar completamente a ponta do pênis. Esse estreitamento do prepúcio resulta numa espécie de anel, fazendo com que a glande não passe com facilidade. A fimose fisiológica está presenta na maioria dos meninos e é considerada normal. Normalmente a situação se resolve até os 3 anos de idade, sem a necessidade de intervenção cirúrgica. Há algumas pomadas que são prescritas pelo médico pediatra ou urologista para auxiliar abertura da pele (prepúcio), são muito eficientes e em alguns casos o resultado é completamente positivo. A fimose pode atrapalhar por dificultar a higiene peniana e aumentar o ricos de infecções. Quando se chega a vida adulta e inicia-se a vida sexual, a fimose também causa pequenos desconfortos e lesões no pênis.

Não, infecção urinária não pega, isso é um mito. A infecção urinária não é contagiosa. A doença acontece devido à alguns problemas como, por exemplo, baixa frequência miccional, deslocamanto de bactérias do intestino para a bexiga, cálculos renais e quando não existe higiene íntima após as relações sexuais. Estima-se que 25% das mulheres já tiveram ou terão infecção urinária durante sua vida. Porém, não é correto afirmarmos que somente as mulheres terão infecções urinárias. A infecção pode acometer os homens também. Acontece de ser mais numerosa a infecção em mulheres, devido a própria anatomia feminina, que facilita o aparecimento das infecções urinárias. A uretra feminina é bastante curta e desemboca próximo da vagina. Está também muito próxima da região anal, área que é contaminada até mesmo em pessoas com uma boa higiene. Estes são fatores que facilitam a sua incidência.

A infecção urinária é uma doença muito comum que ataca principalmente as mulheres. Ao longo da vida cerca de 80% de mulheres terão infecção, desse total, aproximadamente 30% podem desenvolver infecção urinária de repetição. E quando a infecção acontece durante a gravidez, é necessário maior cuidado. O pré-natal é a forma de descobrir as doenças logo da gravidez. A grande preocupação com uma infecção urinária na gravidez, quando não tratada, ocorre o risco de parto prematuro, aborto espontâneo, bebês com pouco peso, mau funcionamento dos rins da futura mãe ou o risco de infecção generalizada.

Quando se trata de sexualidade, é importante enfatizar que não importa a idade, sexo é prazeroso e auxilia em muitos problemas como, por exemplo, cardiovasculares, autoestima ou mesmo em questões de intimidade e aproximação das pessoas envolvidas. E na terceira idade isto não é diferente. Alguns fatores psicológicos, sociais e biológicos influenciam bastante a sexualidade na terceira idade. Primeiramente, a idade chega para todos, por isso é normal existir alterações nos sistemas hormonais e nos vasculares. Os fatores biológicos e sociais que envolvem todas as transformações físicas de uma pessoa, que acontecem durante o processo de envelhecimento, são influenciados desde a juventude até o final da vida. Já no aspecto psicológico, as frustrações e disfunções sexuais também afetam o comportamento sexual. A impotência sexual é cientificamente chamada de disfunção erétil. Este problema é comum e atinge uma parte dos homens, podendo ocorrer a disfunção sexual ocasional ou a ausência total de ereção.

O câncer de próstata é um tumor que ocorre em uma glândula do corpo masculino, a próstata, que localizada abaixo da bexiga. Geralmente acomete homens com mais de 50 anos de idade.  A causa da maioria dos casos de câncer de próstata não é conhecida, contudo pesquisadores descobriram alguns fatores de risco e estão estudando para entender melhor como esses fatores tornam as células prostáticas saudáveis em células cancerígenas.

Sim, infelizmente a disfunção erétil pode atacar homens de qualquer idade, seja por problemas físicos ou psicológicos, o que acaba impossibilitando o aproveitamento da vida sexual com plenitude. A falta de tempo dos dias atuais, do stress e a ansiedade fazem com que os jovens também sofram com a disfunção. Em uma idade precoce esse problema pode ter consequências negativas na vida do jovem, principalmente psicológicas. O mais importante é compreender as causas e atuar de forma preventiva. A campanha do Novembro Azul tenta sensibilizar todos os homens para a importância dos exames no combate do câncer de próstata, entre outras doenças. A saúde sexual masculina é uma questão muito importante e infelizmente fala-se muito pouco sobre o tema no dia-a-dia.

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Valores

Missão

“Oferecer serviços na área de urologia com excelência e manter um atendimento humanizado”.

Histórico

Em meados de 1980, a totalidade de médicos urologistas na Capital Federal mal ultrapassava a casa dos trinta profissionais, cujas atividades se desenvolviam predominantemente no serviço público. O Hospital de Base do Distrito Federal era a unidade hospitalar onde se concentrava a maior parte destes e que tinha por escopo prestar assistência médica urológica a população de Brasília e entorno e de fomentar a formação de novos profissionais.

A prestação de serviços no setor complementar privado, em sua maior parte, era fragmentada ou mesmo praticada de forma individualista e quase sempre orbitando em torno da força do setor público.

Testemunhando o crescimento e desenvolvimento de Brasília, em 1986, quatro profissionais oriundos do Hospital de Base juntaram esforços com o núcleo do Hospital Santa Luzia, constituindo o UROCENTRO – Centro Urológico de Brasília, com sede no Hospital Santa Luzia.

O grupo inspirou-se na missão de oferecer serviços médicos na especialidade de urologia à uma clientela que, por razões diversas, demandava atendimento no setor privado, talvez por ser mais ágil e eclético.

A equipe então nascente, tinha por valores: qualidade dos serviços prestados, responsabilidade, inovação, observância dos preceitos éticos da medicina, humanização dos serviços oferecidos, atualização contínua do conhecimento da especialidade, disponibilização de novos instrumentais e tecnologias à comunidade assistida e interação com especialidades correlatas.

Em 1989, com pequenas alterações no grupo original, o UROCENTRO mesclou-se com o núcleo do Hospital Santa Lúcia e se consolidou como o primeiro grupo de especialistas em urologia de Brasília. Essa fusão levou o UROCENTRO a fortalecer suas propostas originais e a servir de modelo para a formação de outros grupos, fortalecendo o desenvolvimento da nossa especialidade em todo o DF.

Em 1992, o UROCENTRO adquiria a sua sede própria no Centro Clínico Sul, expondo-se à maior visibilidade junto ao seu público alvo e expandindo suas atividades.

No início da década de 2010, agregaram-se dois novos profissionais ao seu quadro médico, por um lado dando mais dinamismo às suas atividades e por outro promovendo a renovação dos seus quadros.

Em maio de 2011, visando dar novo fôlego a clínica e fomentar a renovação de seu quadro funcional, o grupo promoveu o desligamento de alguns profissionais, incorporou novos jovens profissionais e também estendeu um braço de atendimento no Hospital Santa Lúcia. Atualmente a clínica conta com dez urologistas.

No bojo dessas transformações, sempre visando o avanço do UROCENTRO, transferimos a sede da clínica para um novo e amplo espaço, com arquitetura contemporânea, localizada no Edifício Advance, Quadra 915 Sul e mantivemos o braço funcional no Hospital Santa Lúcia.